quarta-feira, 28 de março de 2012

Vencerás



Esforce-se e vencerás minha linda, não há mérito na conquista sem esforços! Mas nunca se esqueça dos mandamentos de Nosso Senhor DEUS, que por intermédio de seu filho Jesus, nos livrou dos pecados ao morrer numa cruz....Minha lindinha, ande pelo caminho certo, ouça sempre seu coração e nunca faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem com você ou com quem você ama, a chave da vida está no perdão!

Tudo passará....




Lembre-se sempre sempre linda sobrinha, tudo sempre passará, até mesmo a dor, a tristeza, a solidão...perdõe sempre e seja feliz! Isso é o que levamos da vida , faça o bem hoje e sempre para que os frutos que irá colher sejam bons e que seu futuro seja próspero e lindo ! Te amamos muito!

Boa Noite


terça-feira, 27 de março de 2012

Hoje é dia de ser Feliz linda sobrinha!




FELICIDADE (INFANTIL)

FELICIDADE É TER IDADE
PARA PULAR AMARELINHA
BRINCAR DE FAZER CASINHAS
COMER BOLINHO FEITO DE BARRO
E NÃO PASSAR MAL...

É SER HERÓI
IMITAR UM ANIMAL
É FAZER CARETAS E DIZER: NÃO!
É SER BONZINHO
NÃO BRIGAR COM O IRMÃO...

FELICIDADE É SER CRIANÇA
É TER NO CORAÇÃO MUITA ESPERANÇA
É FAZER A MAIOR BAGUNÇA
E TER MEDO DO ESCURO
É GANHAR MILHÕES DE BEIJOS
E DAR MAIS DE UM MILHÃO
É SEMPRE TER RAZÃO...

FELICIDADE É:
TER MÃE COM AÇUCAR
TER MÃE QUE CHORA
MÃE QUE CUIDA
MÃE ANJO...

FELICIDADE É O COLINHO DO PAPAI
O BIGODE QUE COÇA NO NARIZ
A GRAVATA LISTRADA E ENGRAÇADA
FELICIDADE É VER QUE OS CABELOS
JÁ SÃO BRANQUINHOS COMO A LEVE NEVE...

CABELOS BRANQUINHOS DO VOVÔ NICO
DO VOVÔ FORMIGÃO, DO VOVÔ RUBENS
DE TODOS OS AVÔS...
QUE SEMPRE TERÃO HISTÓRIAS PARA CONTAR
FAZENDO DE CADA CRIANÇA A MAIS FELIZ DO MUNDO!

FELICIDADE É SABER QUE PARA AMAR
E SER AMADO NÃO IMPORTA A IDADE!

Jaqueline Larsen - Palavrinhas Mágicas - Direitos autorais reservados.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Simplesmente amor


26/06/2007

 Amor..... Não me esqueça........ 
 Me espere...... vamos ficar juntas novamente..... 
O mundo é injusto, frio e cruel.....
Quando menos esperamos, vem ele  e nos tenta tirar quem mais amamos, ou melhor, a única pessoa que amamos.....
Meu amor, eu nunca vou te deixar, não importa o que aconteça... sempre vou te amar!!!
Você verá em um futuro bem breve estaremos mais unidas do que já estamos.....
Te Amo e sempre vou te amar... nunca se esqueça....
Por mais que a realidade tente nos mostrar uma coisa.... podemos burlar ela, e mostrar para ela, que tudo isso não passa de uma ilusão... que você é minha e eu sempre serei tua!!!
Te Amo Bebê.......   
Escrito por Anjinha às 09h58

Amor sem fim

Ai, quem me dera terminasse a espera
Retornasse o canto simples e sem fim
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim
Ai, quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor.
Ai, quem me dera uma manhã feliz.
Ai, quem me dera uma estação de amor
Ah, se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai, quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai, quem me dera ouvir o nunca-mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E, finda a espera, ouvir na primavera
Alguém chamar por mim.

Imagem: (Diário Universal)
Autor:(Vinícius de Morais)

Olhos da Alma

Emergindo de um poço que me inquietava,
agora mais insana e menos normal,
eis me das alturas de um novo momento,
não quero mais sucumbir de desesperanças,
o sol que me acolhe hoje,
diz me que de amor viverei...

Que nossa loucura seja respeitada
e insanamente entendida,
nenhuma lucidez será castigada,
nem tão pouco escravizada,
sejamos loucos
porém docemente amados...

Pequenas coisas,
que fazem a imensa diferença...
Nos perdemos nos grandes fatos,
e pouco encontramos naquilo que não percebemos,
os detalhes,
a simplicidade,
o pouco visto,
aquilo que somente quem tem olhos na alma verá...
Autor: (Neguinha Mucelli)
Enviado: Neguinha Mucelli

quinta-feira, 22 de março de 2012

Filhota

A tia te ama muito e quer que você seja muito feliz, muito amada, muito realizada e principalmente que você tenha Deus em seu coraçãozinho, pois tenho fé de que tudo vai acabar bem e que vamos todos poder criar você com amor, carinho e atenção, que, nós, os adultos, possamos nos portar como tais e  respeitar todos os seus direitos! 

Reconstruindo a vida....


Salve o Planeta!


Para você e seus amiguinhos ensinarem aos adultos que se esqueceram da importância do planeta!



8 jeitos de Mudar o Mundo

“Precisamos, mais do que nunca, do engajamento dos voluntários para que o nosso desejo de um mundo melhor para todos se transforme em realidade.” 
Kofi Annan, Secretário-Geral da ONU.

“O mundo não anda mesmo muito bem. Todo mundo sabe, todo mundo fala. Mas o que é que as empresas podem fazer para mudar isso? Tem de começar de algum jeito. E já começou, com os 8 jeitos de Mudar o Mundo. Acredite. Juntos nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, a nossa cidade, o nosso país. Eu posso, você pode, sua empresa pode, nós podemos mudar o mundo.” 
Conteúdo de abertura da Cartilha empresa 8 jeitos de Mudar o Mundo - Editora Educar Paschoal.

A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil, em conjunto com os países-membros da ONU, assinou o pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta.
Os Objetivos do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade.

Os 8 jeitos de mudar o mundo são:
1) Acabar com a fome e a miséria
2) Educação básica de qualidade para todos
3) Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4) Reduzir a mortalidade infantil
5) Melhorar a saúde das gestantes
6) Combater a AIDS, a malária e outras doenças
7) Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8) Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento


Qual o jeito encontrado pela Consultec para se engajar na Campanha?
A Consultec Consultoria em Projetos Educacionais e Concursos, consultoria educacional, se incorpora ao Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, criando um selo alusivo à campanha, a ser aplicado em diversos documentos impressos e eletrônicos referentes aos projetos, consultorias, processos seletivos e concursos sob a sua responsabilidade, buscando não só divulgar o movimento, mas fundamentalmente
sensibilizar e mobilizar a sociedade para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos pela ONU.


Qual é o seu jeito?
É só procurar uma escola, um posto de saúde, uma ONG, que você vai saber qual é o seu jeito, em que área você pode ajudar. Acredite, o melhor é que você pode participar aí, no seu bairro, onde você vive. Juntos governos, empresas, organizações sociais e cidadãos como você nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, o nosso país. Eu posso, você pode, nós podemos mudar o mundo.
Participe, discuta, faça!


O que as Redes e as Organizações Sociais podem fazer?

1) Mobilizar toda a sua base e parceiros, para discutir como adaptar as Metas do Milênio à realidade brasileira;
2) Discutir com toda a sua base e parceiros o que cada um pode fazer concretamente,na sua área de atuação, para o atingimento dessas Metas;
3) Discutir com toda a sua base e parceiros que atividade ou ação cada um pode implementar durante a Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade;
4) Divulgar e expandir a Campanha de Comunicação.


COEP - Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida - Sugestão
de atividades (será feita a comparação e integração às sugestões por Metas)

ESCOLAS
Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Criação de folhetos sobre alimentação saudável; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Gincana da cidadania; Oficinas de reciclagem e aproveitamento de materiais; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Trabalho com as escolas do COEP.

IGREJAS 
Ação Comunitária Global; Campanhas de doação; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Debates sobre projetos de transformação social; Estímulo à criação de cooperativas populares; Gincana da cidadania; Realização de mutirões; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação de gestantes e oficinas sobre amamentação e
cuidado infantil; Pesagem de crianças.

SINDICATOS
Ação Comunitária Global; Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Capacitação profissional; Debate sobre projetos de transformação social; Divulgação da participação em campanhas de combate à fome e promoção da cidadania; Estímulo à criação de cooperativas populares; Realização de mutirões; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Vigilância nutricional.

UNIVERSIDADES
Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas publicitárias; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Capacitação profissional; Criação de folhetos sobre alimentação saudável; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Debate sobre projetos de transformação social; Divulgação da participação em campanhas de combate à fome e promoção da cidadania; Estímulo à criação de cooperativas populares; Gincana da cidadania; Realização de mutirões; Oficinas de reciclagem e aproveitamento de materiais; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação de gestantes e oficinas sobre amamentação e cuidado infantil; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Pesagem de crianças.


Artigos Relacionados
Quem é o gestor socialmente responsável?
Por Ricardo Young é presidente do conselho deliberativo do Instituto Ethos e presidente do UniEthos, Educação para Responsabilidade Empresarial e Desenvolvimento Sustentável.
Não existe empresa socialmente responsável sem que seus líderes o sejam. E ser um gestor socialmente responsável é bem diferente de ser um administrador tradicional. Esse novo perfil de gestor, no entanto, ainda é uma raridade no universo corporativo atual. Explico: os executivos tiveram, em sua maioria, uma formação em administração clássica, que leva em consideração conceitos pouco sistêmicos, muito cartesianos e que priorizam a otimização de lucros do acionista - o contrário do que se espera daqueles que devem liderar as empresas
socialmente responsáveis daqui para a frente. Mas, afinal, quais são as principais características do líder socialmente responsável?

Em primeiro lugar, o administrador deve ter em mente que seu objetivo é gerar valor em três dimensões: econômica, social e ambiental. Para isso, precisa ter consciência do todo. O gestor socialmente responsável olha a empresa de um ponto de vista holístico, isto é, sabe que ela faz parte de múltiplos processos interligados, complexos e multicausais. As organizações têm uma nova função social e os gestores devem conhecer o impacto agregado que toda a cadeia produtiva gera em todas essas esferas.
Administrar um negócio sob esse prisma é muito mais complexo. É preciso lidar com diversas variáveis que não têm a ver necessariamente com o seu segmento ou com o seu produto, e que, no entanto, afetam o mercado. Além disso, a incompreensão da complexidade faz com que se tenha uma percepção ilusória, uma visão especulativa do tempo. As pessoas acreditam que é possível realizar coisas em períodos muito menores do que a organicidade, a sociedade e os processos efetivamente permitem.
O gestor socialmente responsável também precisa entender de ativos e passivos ocultos, que dificilmente são contabilizados. Quanto vale uma relação de parceria com os fornecedores? E uma carteira de clientes fiéis? Por outro lado, quanto custa poluir o meio ambiente e ficar vulnerável a ações de responsabilidade civil? Ou quanto custa desrespeitar os direitos dos funcionários e ser alvo de ações trabalhistas? Considerar esses fatores é imprescindível para quem pensa na sustentabilidade e no longo prazo.

Links Relacionados
Objetivos do Milênio
Nós Podemos
PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Instituto Ethos 
 


Boas maneiras II


Boas Maneiras para o meu amor


quarta-feira, 21 de março de 2012

Mentira



Mentira: Por que as pessoas mentem?

Fábio Augusto Caló
Publicado em: 26/04/2005
 
Palavras-chave: Mentira, mentira patológica, mentirosos
De acordo com o dicionário Howaiss, mentira significa “dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso); dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro, não corresponder a (aquilo que se espera); falhar, faltar, errar, causar ilusão a; dissimular a verdade; enganar, iludir, não revelar; esconder, ocultar. Tais definições, no entanto, pouco dizem sobre os porquês da mentira. Por isso, vamos apresentar uma definição relacional (que leve em consideração o seu contexto), a partir do conceito de comportamento verbal. Beckert (2004) propõe que mentiras, promessas não cumpridas e omissões podem ser compreendidas quando se investiga a relação entre o comportamento verbal – o que se diz – e o comportamento não-verbal – o que se faz.
É o comportamento verbal, habilidade altamente desenvolvida, que nos distingue de outras espécies animais, permite solução mais rápida para problemas comuns à espécie ou ao grupo e possibilita transmissão de práticas culturais. Por comportamento verbal, entendemos todo comportamento (ação) de uma pessoa que produz efeitos noutra pessoa antes de produzir efeitos no meio. Por exemplo, uma pessoa que sinta calor pode pedir a outra que ligue o aparelho de ar-condicionado, no lugar dela mesma ligar. Seu comportamento (verbal), ou seja, sua solicitação agiu sobre outra pessoa e esta pessoa modificou o meio em que ambas se encontravam.
As pessoas tendem a descrever o mundo e construir afirmações sobre o funcionamento das coisas, sobre os seus próprios comportamentos ou comportamentos de outras pessoas, além de acontecimentos de uma forma geral. Essas descrições e afirmações são produtos da interação com o mundo e passam a fazer parte do cotidiano quando aproximam pessoas, geram “assunto” e possibilitam a comunicação. Quando uma descrição ou afirmação é formulada e emitida, o outro pode se utilizar dela para nortear/ balizar seu comportamento. Por exemplo, quando digo a um amigo que o litoral cearense é maravilhoso, pela beleza e imensidão, estou afirmando algo a partir de uma experiência própria, seja ela através da exposição às praias do estado do Ceará ou através de imagens e informações obtidas a partir de uma revista. No primeiro caso, diz-se que a experiência é mais intensa, mais completa e geradora de emoções. O segundo caso, onde estamos expostos à afirmação (informação) formulada por alguém, pode trazer parcialidade, subjetividade e não teria a mesma capacidade de gerar afirmação precisa sobre o litoral cearense. De qualquer forma, as duas situações possibilitam a formulação de descrições ou regras, sejam elas precisas, imprecisas, coerentes ou incoerentes. O amigo pode tomar a decisão para onde ir durante as férias após essa nossa interação. Ao voltar da viagem, ele faz contato e demonstra ter ficado extremamente satisfeito com o litoral cearense. O fato de descrever um lugar e isso ter orientado a escolha de um colega e tê-lo feito feliz se mostra gratificante.
Observa-se, então, que descrições ou regras formuladas por uma pessoa afetam o comportamento do outro. O exemplo citado trata de descrição coerente com fatos. Mas, e se um marido infiel disser algo como: "Eu juro que não te traí. Você é a única mulher da minha vida!" Essa descrição não se mostra coerente com os fatos. Por quê? É quase irresistível dar respostas como “porque ele é um mentiroso” ou “porque ele é um canalha”. Mas dizer que alguém é mentiroso ou canalha não diz muito sobre os motivos da mentira. Não conheço uma só pessoa que tenha nascido mentirosa, então, seria interessante entender porque algumas pessoas mentem em alta freqüência (os mentirosos) e porque outras mentem pouco ou não mentem. O exemplo em questão trata de alguém que teria condições de descrever a traição, ou seja, os fatos tais como ocorreram, pois ele vivenciou a experiência e, muito provavelmente, recorda-se dela. Mas, por que o relato “verdadeiro” não ocorreu?
Por que as pessoas mentem?
Há uma área de pesquisa em psicologia que se chama “correspondência entre o fazer e o dizer”, que investiga as variáveis relacionadas ao que se pode chamar de “dizer a verdade” ou “contar mentira”. Estudos (Paniagua, 1989; Lima, 2004) têm investigado situações geradoras da apresentação de relato coerente (verdade) ou relato incoerente (mentira). Os parágrafos a seguir estão baseados numa interpretação dos achados desses autores.
Pode-se dizer que há uma dicotomia, que seria falar a verdade, ou seja, descrever de forma coerente fatos acontecimentos comportamentos ou contar mentira, que seria apresentar uma afirmação pouco adequada ou incompatível com o que, de fato, ocorreu. Tanto falar a verdade quanto contar uma mentira, são comportamentos verbais aprendidos e mantidos pelas conseqüências que produzem, em primeiro lugar, para aquele que fala. Assim, se alguém é beneficiado por contar uma mentira, tal comportamento pode ser aprendido. Se mentir mais vezes trouxer “vantagens”, ele será mantido em alta freqüência. É importante, ainda, considerar que o comportamento de mentir pode afastar ou adiar conseqüências desagradáveis, como no exemplo do marido infiel que insiste em dizer à sua mulher que não cometeu traição. Assim sendo, mentir também seria aprendido e mantido.
As crianças mentem com freqüência para seus pais quando estes costumam repreendê-las pelo que fazem, quando punem deliberadamente seus relatos sobre o que consideram ser errado ou quando limitam muito as possibilidades sobre o que as crianças podem fazer. Então, elas mentiriam para ter a oportunidade de brincar com um coleguinha que não é benquisto pela sua família, mentiriam sobre ter realizado a tarefa de casa para assistir ao seu desenho favorito.
É necessário diferenciar o comportamento de mentir enquanto relato em desacordo com acontecimentos/ fatos do relato impreciso sobre algo pela falta de habilidade em descrever. Na mentira, uma pessoa tem consciência de que (sabe que) sua descrição não é coerente com o que fez. Por outro lado, uma secretária pode relatar (incoerentemente) ao chefe que entrou na primeira sala à direita do corredor da empresa e não atendeu à solicitação dele porque a sala estava fechada. Ela apresenta este relato (que não é verdadeiro) por não ter aprendido a diferença entre esquerda e direita.
Você quer que as pessoas digam a verdade?
Os psicoterapeutas procuram ter, na relação com seus clientes, uma audiência não-punitiva. Isso significa ouvir e não julgar, ouvir e não criticar, ouvir e não punir. Tal contexto é que torna possível o relato do cliente sobre coisas que não seriam ditas nem para os bons amigos.
Como foi afirmado anteriormente, pode-se mentir para ter acesso a alguma vantagem ou evitar “mal maior”. Assim sendo, as pessoas têm maior probabilidade de dizer a verdade diante de contextos em que o que elas dizem não é julgado, não é criticado, nem punido. Se um pai pune o filho quando ele relata que assistiu TV quando deveria estudar, é importante observar que ele puniu o comportamento do filho ter feito o que não devia, mas, puniu principalmente o comportamento de dizer a verdade. Pense, após ter sido punido por dizer a verdade, você a diria novamente?
É claro que nem sempre se pode aceitar a verdade sem que algum tipo de sanção seja administrada. Mas, se todo relato de alguém sobre o que fez ou como agiu diante de uma situação passa a ser criticado, julgado ou o relato passa a ser motivo para uma discussão, é provável que esse relato não ocorra mais ou que passe a ser um relato que apresente algodiferente do que ocorreu. Isso vale para qualquer relação interpessoal. Um amigo continuará dizendo a verdade sobre o que pensa sobre você se ele sentir-se ouvido. Por isso, dar espaço para as pessoas dizerem o que pensam, relatarem o que fizeram é um bom caminho seja para um pai ou uma esposa continuar ouvindo a verdade.
Outra forma de aumentar a probabilidade do dizer a verdade em crianças ou adultos é valorizar, enaltecer e gratificar os momentos em que a verdade é dita. No caso das crianças, pode-se ensiná-las a dizer a verdade, expondo-as a algumas situações em que sejam acompanhadas e solicitando que elas relatem o que experienciaram. Elogiar, enaltecer e gratificar relatos mais próximos da experiência estabelece condição para a aprendizagem do “dizer a verdade”.

Referências:
Beckert, M. E. (2004). Correspondência verbal/não-verbal: Pesquisa básica e aplicações na clínica. Em J. Abreu-Rodrigues e M. R. Ribeiro (Orgs.), Análise do comportamento: pesquisa, teoria e aplicação (pp.229-244). Porto Alegre: Artmed.
Lima, E. L. T. A. (2004). Efeitos da história de reforçamento e do tipo de verbalização sobre a aquisição e generalização da correspondência dizer-fazer.Dissertação de Mestrado não publicada, Universidade de Brasília, Brasília, DF.
Paniagua (1989). Lying by children: Why one children say one thing, do another? Psychological Reports, 64, 971-984.
InPA - Instituto de Psicologia Aplicada
E.mail para contato: clinica@inpaonline.com.br
Fone: (61) 3242-1153
Brasília - DF
  

Tristeza

Fico triste com algumas coisas que seu pai vem fazendo e falando, mas espero que algum dia ele mude e comece a enxergar a vida e as pessoas como elas realmente são! Ele é meu irmão e eu o amo muito, espero que ele seja feliz!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Anjo


Tenha um lindo dia minha sobrinha!


Falar com sua família

Que bom que você pode falar com seu pai, sua irmã e sua avó! Fiquei muito feliz e agradecida a Deus por ter tocado sua mãe, que ela consiga ter paz, tranquilidade, prosperidade através do trabalho digno e cuidar muito da sua integridade física, mental, emocional: que ela consiga se ajudar e cuidar de você como mereces, com amor, carinho, atenção, cuidado e muita valorização ! Te amamos!

domingo, 18 de março de 2012

Para atrair coisas boas!


Hoje dei um novo amiguinho às suas irmãs, para aliviar um pouco a tensão dos últimos tempos, você vai amá-lo quando o vir, pois sei que você também gosta de animais! Seu pai está um pouco triste, mas tenho fé de que ele vai superar todas as provações e expiações e conquistar a paz que ele tanto deseja! Te amo !

quinta-feira, 15 de março de 2012

Seria tão bom se sua mãe e sua tia fossem tocadas pelo Espírito Santo e conseguissem ver a verdade e a Luz e alcançassem o que há de melhor no mundo: O AMOR ETERNO, aquele que vem de DEUS e é para DEUS !
Meu amorzinho a tia te ama !

Ame Teus inimigos


AME O SEU INIMIGO E VIVA NA LUZ DE CRISTO

1 João 2
1 ¶ Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
3 ¶ E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.
4 Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.
5 Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele.
6 Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.
7 ¶ Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes.
8 Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina.
9 Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
10 Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11 Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12 ¶ Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.

O amor é uma das chaves mais importante para termos um vida com Deus , não devemos guardar sentimentos de raiva,ódio,rancor pelas pessoas, no dia a dia magoamos e somos magoados, somos imperfeitos mas temos que buscar a perfeição e viver em amor ,fomos criados com sentimentos emoções mas podemos escolher ter equilibrio nos mesmo e não dar luz as palavras que santanás colocar em nossa mente em relação a nosso irmão e se permitirmos o próprio Deus virá nos ensinar a amar e perdoar .

A palavra diz : aquele que diz que conhece a Deus mas não obedece é mentiroso e Deus abomina a mentira pois a palavra também diz: que o Pai da mentira é o diabo, ou você serve a um ou você ser a outro, não existe meio termo. Se voce quer viver em Deus e na Luz ame seu irmão , pois se o odeia por pequenas coisas do dia a dia e não perdoa as falhas você está nas trevas .

Quero incentivá-lo a pedir ao Senhor para trazer aqueles que te magoaram e aqueles que você magoou e perdoa-los nesta hora , faça uma oração que brotar em seu coração e se tiver a oportunidade demonstre amor hoje por essa ou essas pessoas . Escolha amar o seu irmão e andar na Luz ESCOLHA SER DE CRISTO .

terça-feira, 13 de março de 2012

Bom dia docinho!
Não sei se um dia vai ler isso, mas gostaria muito que lesse e soubesse que eu eu, sua avó Neuzy, suas irmãs Letícia e Mariana, seu Pai ,seus primos e seu tio Davince nos preocupamos muito com você e que queremos tê-la em breve em nosso meio, aprendendo a viver com dignidade, sem desistir dos seus sonhos, pequenos ou grandes e sabendo que sua família vai estar sempre com você!
Beijos da tia !

segunda-feira, 12 de março de 2012

Hoje e sempre

Seu pai foi fazer os exames hoje ! Estamos orando por ele, para que tudo saia bem. E você minha linda menininha como está? Cresça independente de todos à sua volta, construa seu caráter baseado naquilo que Deus nos ensinou: " AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI E AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO " Os ensinamentos de Deus estão todos na Bíblia meu amor, que você possa seguir sua vida com ternura, amor, afeto, compaixão, perdão, sem amargura e que possa passar por cima de todas as decepções que a vida lhe impuser, pois o ser humano é falho demais! Te amo lindinha, fica com Jesus!  

domingo, 11 de março de 2012


Ausência dos pais pode comprometer saúde emocional dos filhos

Dificuldade de expressar sentimentos é um dos problemas enfrentados pelos pimpolhos

POR NATALIA DO VALE - PUBLICADO EM 05/10/2009
Não basta ser pai, tem que participar. O termo é bastante conhecido, e as dificuldades para fazê-lo se tornar realidade também. A rotina diária ou a forma como a estrutura familiar está organizada exige que os pais encarem como desafio o que deveria ser uma obrigação: tornar-se presente na vida dos filhos. A ausência se transforma em culpa, para os pais que não conseguem dar atenção à prole, e em traumas para os filhos, que se sentem sozinhos e até rejeitados pelos pais.

A psicóloga Patrícia Spada, que faz parte de uma das equipes da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, além de ser coordenadora do curso que ministra na UNIFESP - "A Psicologia nos Distúrbios Alimentares...", da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, explica que a ausência dos pais pode interferir de maneira diferente no desenvolvimento da criança e do adolescente. Para ela, a ausência traz danos em quaisquer circunstâncias, mas a idade e o motivo da ausência são elementos chave nesta questão, "Criança ou adulto, filhos precisam das referências dos pais, sem elas tendem a enxergar os relacionamentos humanos com certo despreparo e como algo negativo", explica ela. 
bebê

De 0 a 3 anos de idade

Nesta fase, a formação da personalidade da criança ainda não está definida e a referência dos pais é fundamental para que isso aconteça sem prejuízos emocionais e psicológicos. "Se os pais faltam nesta fase, a criança se sente desprotegida e não tem parâmetros para diferenciar o que é certo do que é errado. Doenças cognitivas, obesidade, desnutrição e problemas afetivos são alguns dos traumas carregados pela ausência dos pais", conta Patrícia. "A presença dos pais é primordial neste período, pois, os traumas sofridos nela se estendem pela vida adulta e vão desde dificuldades de aprendizagem até a falta de apetite ou a comilança excessiva", continua ela. 
Adolescência



Na adolescência

Já na adolescência, os efeitos são mais de ordem comportamental e podem se refletir tanto na vida amorosa e familiar como no convívio em sociedade. "O adolescente tende a buscar referências fora de casa, quando não as encontra nos pais. Portanto, a chance de manifestar um comportamento agressivo e buscar as referências ausentes em estranhos são grandes", explica Patrícia. 

Excesso de trabalho

Nestes casos, os filhos se sentem trocados e traídos pelos pais, é como se não fossem importantes. A psicóloga explica que sinais como tiques nervosos, tristeza e apatia ou agressividade são bastante comuns quando o motivo da ausência é esse, e que os pais devem prestar atenção no comportamento dos filhos para não achar que esses sintomas são frescura ou decorrentes de outros motivos. 

Desestrutura familiar

A psicóloga explica que, quando a ausência se dá pela separação dos pais, é possível evitar traumas estabelecendo regras e mantendo uma rotina parecida com a que os filhos levavam antes do divórcio, porém, segundo Patrícia, quando a ausência se dá pelo fato do filho não conhecer o pai ou a mãe, os traumas são bem maiores. "Não sabemos oferecer aos outros aquilo que não recebemos. Quando não conhecemos nossas origens, não desenvolvemos o sentimento de pertencimento que faz com que nos sintamos filhos de alguém, não temos laços afetivos importantes com as outras pessoas", explica Patrícia. 
Ausência

Falecimento dos pais

A ausência neste caso pode ser a mais dolorosa. Pai e mãe são sempre insubstituíveis na vida dos filhos, e tentar suprir o carinho que vai faltar é uma situação delicada. Patrícia explica que a melhor maneira de os familiares lidar com isso é dar amor sem tentar uma substituição de valores. "Avós são avós e pais são pais, não dá para querer mudar essa realidade, o que se pode e deve fazer é tentar reforçar ainda mais os laços naturais que unem esta família", explica ela. 




Dicas para amenizar os traumas causados pela ausência dos pais


-Melhore a qualidade do tempo que passa com seus filhos. Se tiver duas horas por dia para ficar com eles, dedique-se apenas a isso neste período

-Tente se fazer presente emocionalmente, quando a presença física é impossível: Telefonar, deixar bilhetes e fazer surpresas pode ser uma boa saída

-Justifique a ausência com uma conversa franca, quando os filhos são mais velhos

-Quando pequenos, não delegue funções de pai e mãe a estranhos; tente mostrar que você faz parte da vida da criança, mesmo sem tanto tempo para isso. 


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O psicanalista Sérgio Nick, autor do ensaio Dano moral e a falta do pai - Algumas considerações sobre a produção independente, fez uma pesquisa sobre filhos de produções independentes e abandonados pelo pai e constatou que os riscos e os danos são diferentes em cada caso.
"O maior risco para os filhos de produção independente, comprovado estatisticamente, é o perigo da excessiva fusão com a mãe. O que impera nesta relação é a convicção de que mãe e filho bastam-se um para o outro. A mãe acha que poderá suprir todas as necessidades do filho e dela mesma, mas vai gerar distúrbios emocionais na criança", revela.

Já os filhos abandonados total ou parcialmente pelo pai têm dificuldade de lidar com sentimentos gerados por este abandono, o que vai trazer conseqüências imprevisíveis. "Estas crianças apresentam um núcleo depressivo que pode levá-las a sentimentos de baixa auto-estima, de não serem merecedoras de amor. Além de gerar sentimentos de ódio e de inveja de difícil manejo. A mãe mais madura emocionalmente ajuda os filhos a superar a ausência do pai e evita que as fantasias de abandono predominem".

Nas duas situações, Sergio Nick acha possível que a mãe exerça a função de mãe e pai, mas é preciso que ela deixe claro para o seu filho que ela não pode ser tudo para ele e que não negue a identidade, a presença e a participação do pai na vida da criança. "A mãe pode até exercer as funções materna e paterna, mas isto não quer dizer que a figura masculina seja imprescíndivel na vida da criança", afirma.

SUBSTITUTOS - Segundo ele, caso não seja possível o pai estar presente na vida da criança, a mãe pode tentar buscar no tio, no avô, no namorado ou no amante esta aproximação, que é essencial para o desenvolvimento psíquico-emocional-afetivo da criança. "A guarda compartilhada de filhos de divorciados, pela qual eu tanto luto, é uma arma contra esse drama na vida de uma criança: a falta do pai. A presença de avós, padrinhos, madrinhas, tios, tias é crucial para compensar esta falta também. A criança precisa saber e sentir que é aceita, querida, amada, que de alguma forma tem raízes, familiar e afetiva", diz Nick.

Sergio Nick lembra que o exercício da paternidade é garantido por lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece o direito à paternidade e a lei sobre a investigação da paternidade dá às mães o direito de exigir que os pais assumam a paternidade de seus filhos justamente por entender que é crucial para a criança conhecer sua filiação. "Saber quem é o pai, conhecê-lo e conviver com ele é parte integrante e fundamental da construção de sua identidade pessoal".

Já uma pesquisa feita pela psicóloga Vera Resende com crianças e adolescentes do Programa de Atenção à Infância e à Adolescência da Universidade Estadual Paulista, de Bauru, constata que a maioria das crianças atendidas com problemas de agressividade, indisciplina, baixo rendimento escolar e apatia se ressente da ausência do pai.
"Constatamos que 80% das crianças não tinham problemas, mas apenas dificuldades na família. Orientamos os pais a participarem mais da vida dos filhos e às mães que compreendam a importância da figura paterna", revela. (M.C.)

Matéria Publicada no Jornal do Commercio
Recife - 26.09.99 (Domingo)
Danos provocados pela ausência do pai Reportagem com o psicanalista Sergio Nick

Importancia do papel paterno



A importância da Paternidade no Desenvolvimento da Criança:
Elaborado por Margarete Bueno Moscovo- CRP. 06/478