terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Presente de Deus




Poesias para nossa pequenina!


POESIAS DE NATAL

AH DOCE NATAL DE CRISTO
QUE EVENTO SEM IGUAL
FEZ-SE HOMEM O DEUS MENINO
O SALVADOR DO MUNDO
GARANTINDO A TODOS OS HOMENS
VIDA ETERNA E VITÓRIA TRIUNFAL!!!


----------------------

FOI EM BELEM DA JUDEIA
QUE NASCEU O SALVADOR
HUMILDE BEBEZINHO
O NOSSO REI MENINO
TEVE COMO BERÇO UMA MANJEDOURA
E COMO LAR UMA ESTREBARIA
E OS CUIDADOS DE SUA MÃE MARIA

OS ANJOS ANUNCIARAM
AOS PASTORES QUE ESTAVAM NO CAMPO
QUE NASCIA EM BELEM O MESSIAS PROMETIDO
O DOCE E AMADO CRISTO

E FORAM APRESSADAMENTE ATÉ A ESTREBARIA
E NA MANJEDOURA ENCONTRARAM O DEUS MENINO
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
CANTAVAM OS ANJOS ENTÃO
E AOS PASTORES, QUE ALEGRIA
JUBILOSOS E CONTENTES
ADORAVAM DE CORAÇÃO


UMA ESTRELA A ILUMINAR O CÉU
GUIOU A BELEM OS MAGOS REIS
VINDO DO ORIENTE A ADORAR
O CRISTO, REI DOS JUDEUS!

HOJE QUERO CONVIDA-LO
A ADORA-LO TAMBÉM
JESUS, O REI DA GLÓRIA
QUER NASCER HOJE EM VOCÊ
BASTA QUE ABRA A PORTA
PARA QUE EM TI FAÇA ETERNA MORADA!!

Natal em família







NOITE DE NATAL

Quando é noite de Natal,
Noite de amor e carinho,
As estrelas lá no céu,
Vão clareando um caminho.

Nesta estrada luminosa,
Vem vindo Papai Noel,
Trazendo, pras criancinhas,
Brinquedos feitos no céu.

Papai Noel, que acertou
Do céu à terra o caminho,
Meu desejo é que depressa
Encontre meu sapatinho.

*****************************

DIA DE NATAL

Hoje acordei bem cedinho,
Mal o dia clareou, 
Para ver o que em meu sapato
O Papai Noel deixou.

Eu sei que fui bom menino
Travesso, mas educado,
Por isso tenho certeza
Que hoje serei lembrado.

Apanhei, lá na janela,
meus presentes, com cuidado.
isso mesmo é que eu queria!
- Papai Noel, obrigado!

Poemas de Edvete da Cruz Machado

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Boas Vindas


Boas Vindas

Caetano Veloso

Sua mãe e eu
Seu irmão e eu
E a mãe do seu irmão
Minha mãe e eu
Meus irmãos e eu
E os pais da sua mãe
E a irmã da sua mãe
Lhe damos as boas-vindas
Boas-vindas, boas-vindas
Venha conhecer a vida
Eu digo que ela é gostosa
Tem o sol e tem a lua
Tem o medo e tem a rosa
Eu digo que ela é gostosa
Tem a noite e tem o dia
A poesia e tem a prosa
Eu digo que ela é gostosa
Tem a morte e tem o amor
E tem o mote e tem a glosa
Eu digo que ela é gostosa
Eu digo que ela é gostosa
Sua mãe e eu
Seu irmão e eu
E o irmão da sua mãe

Brabeza da Tia

Fica brava não coisa linda!!!!!!!! A tia te ama tá?

Natal em família

Que bom que você vai passar o natal com a gente....estávamos com muita saudade!!!!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Prízinha.....

Espero que você, apesar da pouca idade, entenda o que o os adultos tem uma dificuldade imensa em entender e encarar: a realidade e a verdade! Duas coisas próximas e tão distantes, dependendo do ponto de vista: a Tia não vai mais escrever no seu blogg, pois descobri que seus pais nem lêem isso, ou seja, não se importam...e, creia, minha pequenina, isso não é egoísmo ou mesquinhez, vou estar sempre orando por você e por todos os seus, aqueles que a amam e os que fingem que amam, mas lembre-se sempre: Jesus disse: " vinde a mim aos pequeninos porque deles é o reino dos céus!" Meu amor, em nenhum momento vou te esquecer e se algum dia precisar é só procurar a tia, farei o impossível para ajudá-la ! Beijos mil! Te amo!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Passei só para te dar um beijinho e desejar um dia de paz, amor e muita saúde, que sua tia, sua mãe e sua avó lembrem do estatuto da criança e adolescente, leia-o assim que souber ler e faça valer todos os seus direitos minha linda!

domingo, 8 de abril de 2012

Feliz Páscoa!

Filha desejo a você uma Feliz Páscoa! Uma feliz vida ! Uma feliz convivência, que Deus esteja sempre em seu coraçãozinho!

domingo, 1 de abril de 2012

Educação é fundamental


Pais exemplares: a primeira condição para educar corretamente

Tomás Melendo
A título de introdução, as reflexões de uma mãe honesta e comum sobre o texto “Pais exemplares” (Por Marta Román):
Puxa, que título: “Pais exemplares”.
Quantas vezes não escutamos que um exemplo é melhor que mil palavras, ou que as crianças observam tudo. O que eu mais queria era ser uma mãe exemplar!
Para mim, ter me tornado mãe significa que apenas sou mãe, mas daí a ser “exemplar” há uma grande distância. Eu sou apenas uma mãe honesta e comum como outras mães.
Mas convenhamos que não sou a única. Olho os casais amigos e sei que são boa gente, mas isso de “pais exemplares”... São mais “pais para uso interno”.
Claro que Tomás Melendo não dá nenhum “exemplo de pais exemplares”. Será que existem? Só se refere ao exemplo de cada um para com seus filhos. Certo que ser pais exemplares não é ser pais “tecnicamente perfeitos”. Deve ser algo ao alcance de qualquer pai. Conhecendo Tomás Melendo, não estranharia.
Vou continuar lendo... Muito boas as citações. Gostei desta que diz que a justiça sem misericórdia se converte em crueldade, ou, também, que o que forma o caráter de um menino ou de uma menina é o que aprenderam a amar e admirar desde pequenos. Dá o que pensar.
Estou na metade e ainda não sei como me converter em mãe exemplar. Agora encontro umas idéias que nós, pais para uso interno, aplicamos sem saber que estamos nos convertendo em “exemplares”. Ou seja, parece que não é tão difícil.
O ponto 4 se intitula assim: “Para ser pais exemplares”. E, aqui está, não é nada pomposo nem espetacular. Até parece fácil e, no meu caso em particular, vou fazer mais de uma pessoa feliz. Genial!

Pais exemplares... por amor  

Vimos no artigo anterior que o amor é a base de toda educação. Pretendo considerar a partir de agora alguns dos princípios que exemplificam e torna acessível este fundamento. O primeiro deles: o poder do exemplo.
1 - “Primum vivere...”: a vida ensina mais do que qualquer teoria
As crianças tendem a imitar as atitudes dos adultos, em especial dos que amam ou admiram. Concretamente, jamais perdem de vista os pais, observam-nos continuamente, sobretudo nos primeiros anos. Enxergam também quando não olham e escutam inclusive quando estão ou parecem estar muito ocupados brincando. Possuem uma espécie de radar que intercepta todos os atos e palavras ao seu redor.
Por isso, como escreveu Javier Salinas, educar não consiste em acumular conhecimentos, mas sim em ajudar no desenvolvimento harmonioso de todas as dimensões que constituem uma pessoa. E isso pressupõe, sobretudo, a presença eficaz de autênticos educadores: de alguém a quem imitar, alguém com quem se confrontar e que, por seu modo de viver, ofereça estímulos para alcançar a meta da educação, que é o exercício da liberdade e a vontade de se comprometer com aquilo que é bom, nobre e justo.
Ao que acrescenta imediatamente: “Por outro lado, não se deve esquecer que a educação é fundamentalmente imitação, conhecimento de valores e repetição daquelas formas de comportamento que fazem excelente a pessoa”.
Afirmação que se aproxima bastante do que afirmava John Stuart Mill: “O que forma o caráter não é o que um menino ou uma menina podem repetir de memória, mas o que eles aprenderam a amar e admirar”.
Por isso os pais educam ou deseducam, antes de tudo, com seu exemplo e, muito particularmente, com a orientação que imprimem ao conjunto de sua existência, ou seja, em última instância,
a) ou o amor próprio
b) ou o amor a Deus e, em Deus e por Deus, a todos os demais.

2. Coerência eficaz
Além disso, o exemplo possui um insubstituível valor pedagógico, de incitação, de confirmação e de ânimo:
a) Não há melhor modo de ensinar uma criança a se atirar na água do que fazer isso junto com ela, ou, antes dela.
b) E, da mesma forma, ensinar a comer de tudo, pôr e tirar a mesa, lavar os pratos, pôr o quarto em ordem para que fique mais agradável para todos, ir ao supermercado...
c) Manter no lar uma atitude adequada, no seu modo de vestir e no falar, por exemplo, para também tornar mais agradável a vida dos outros, que irão desfrutar de nosso bom aspecto e disposição.
d) Controlar os aborrecimentos e as raivinhas, a não despejar seu mau-humor sobre o primeiro que encontrar no caminho, estar mais interessado em seus irmãos do que em si mesmo, etc.
Tudo isso as crianças aprendem desde muito pequenas, observando o modo como os pais se tratam entre si e, consequentemente, o modo como tratam os outros, incluindo eles mesmos (os filhos). E segundo o que virem, adotarão um modo de vida ou outro: não só, nem principalmente com seus pais, mas com todos aqueles com quem se relacionem e, muito particularmente, com seus irmãos mais próximos.
Por isso, o teste definitivo da marcha de um lar não é o que um filho esteja disposto a fazer por seus pais - normalmente, se a família funciona, muito ou tudo ou quase tudo - , mas o que cada irmão é capaz de fazer pelos outros, especialmente quando a tarefa em questão deveria ser feita por outro de seus irmãos.
As palavras voam, mas o exemplo permanece, ilumina as condutas, desperta... e arrasta.

3. Ou ineficácia, ou até mesmo prejuízo
No extremo oposto, junto com a falta de amor recíproco - esposo-esposa -., a incongruência entre o que se aconselha e o que se vive é o maior mal que um pai ou uma mãe pode infligir a seus filhos.
Coisa que ocorre, sobretudo em determinadas idades – a adolescência, sem dúvida, mas também alguns anos antes -, quando o sentido de “justiça” está rigidamente arraigado nas crianças, superdesenvolvido... e disposto a julgar com excessiva dureza os outros.
Dá espanto ver até que extremos pode ser feroz e desapiedado o juízo de uma criança! E, não obstante, não nos deveria assombrar. Como dizia São Tomás de Aquino:
Se falta a misericórdia, a justiça se converte em crueldade.

4. Para serem pais exemplares
Para evitar que isto possa acontecer, ou, dito positivamente, se quisermos ser pais exemplares, que ensinam e conduzam, existe um preceito cuja importância é impossível de exagerar e, ao qual, por isso, recorrerei mais de uma vez.
O melhor modo de se manter e fomentar a harmonia de um lar e o crescimento dos filhos consiste em:
a) Reduzir o quanto for possível o número de normas pelas quais se rege sua conduta: “tantas quanto seja necessário e tão poucas quanto seja possível”, sugere Murphy-Witt.
b) Fazer com que estes critérios fundamentais correspondam à verdade e à bondadeobjetivas, ao que é bom ou mau em si mesmo, e não a preferências ou caprichos dos cônjuges. Por conseguinte, estes preceitos serão cumpridos tanto pelos pais como pelos filhos; também, para não fazer rodeios, o uso da televisão, do computador, celulares e aparelhos semelhantes; a visão de determinados programas, o uso e não abuso de bebidas alcoólicas ou de vontades de comidas; ou, com os matizes imprescindíveis, como a hora de voltar para casa, e a de se deitar.
c) Conseguir que em todo o resto se respeite delicadamente a liberdade e a iniciativa das crianças, - assim como antes, as do cônjuge -, mesmo que o modo como agem, ainda que eticamente lícito, se choque frontalmente com as preferências do pai ou da mãe que, como venho repetindo, não deveria contar para nada.
O que importa é o bem do filho, não meus caprichos nem minhas satisfações de pai ou de mãe

Em resumo, alguns poucos critérios claros - muito poucos, objetivos e imutáveis - e um delicado respeito ao modo de ser de cada um.
5. Estabilidade
Insisto agora em que, apesar do que às vezes pensemos, e do que certas modas um tanto defasadas nos impõem, as crianças e os adolescentes - mais ainda que os adultos – necessitam, de forma imperiosa, de alguns pontos de referência estáveis e sólidos. Do contrário, se tornam inseguros, vacilantes e indecisos, além de sofrerem inutilmente.
Estabelecer essas marcas é tarefa dos pais, que sempre devem determiná-las em função da realidade: do bem e da verdade objetivos, do que redunda em real benefício de todos, porque os ensina a amar melhor, estando mais atentos ao bem dos outros que ao próprio.
Do contrário, segundo recorda Murphy-Witt, as supostas normas variarão continuamente, no vai e vem do humor e da melhor ou pior forma em que se encontrem os pais. E as crianças nunca saberão a que obedecer: em lugar de contar com critérios objetivos de conduta, estarão submetidas ao capricho dos adultos.
“Afinal,” - imaginam, ainda que não pensem assim explicitamente -, “são mamãe e papai os que decidem”.
E os pais o farão inclusive de forma autoritária, quando não tiverem tempo ou vontade para se enredar em discussões intermináveis. Então, aquele que se declarava amigo e companheiro - fazendo concessões imprudentes e desmedidas -, transforma-se, de repente, em ditador, o que, para as crianças, é muito difícil de entender. Quem poderá estranhar que se rebelem e que não respeitem o que foi estabelecido sem levá-los em conta, e sem tampouco levar em conta o bem e a verdade?
Como se pode notar, também agora o perigo deriva de estarmos mais preocupados com nós mesmos do que com nossos filhos e com o que efetivamente os ajuda a serem melhores.
O resultado é uma flutuação contínua entre a imposição de normas rígidas e arbitrárias, quando nos sentimos com forças e disposição de ajudá-los... e o abandono mais absoluto, quando falam mais alto o cansaço, o desânimo ou a comodidade.
Dessa forma, - acrescenta Murphy-Witt -, acaba-se em situações de alternância entre a concessão de uma suposta liberdade progressista e o não se intrometer por comodidade!
E conclui: “As crianças querem ser educadas. Para isso é necessário que também aprendam a tomar suas próprias decisões, conforme sua idade, passo a passo, sob a orientação paterna. Quem conduzir seu filho cuidadosamente até este objetivo, poderá deixar em suas mãos, com plena e segura confiança, toda a liberdade de decisão a respeito de seus próprios interesses”.
As normas que se estabelecem em um lar devem responder à verdade e ao bem, objetivos, reais, não a nossos estados de humor, preferências, ilusões, indiferença ou cansaço.

Tomás Melendo Granados
Catedrático de Filosofia (Metafísica)
Diretor dos Estudos Universitários em ciência para a Família - Universidade de Málaga

Para sua proteção minha lindinha


* Deus abençoe nossas crianças, para que não percam na infância a esperança. Deus; vai com elas arrumando suas trilhas... Deus abençoe nossas crianças e as crianças sem pais. Todas muitas vezes na mesma condição, sem a orientação correta seguem a vida em desacerto. Abençoe as crianças perdidas, as seqüestradas, as desabrigadas. Deus livre as crianças, presas na solidão dos descaminhos, e dos lares vazios de amor. Deus cuide das nossas crianças cada dia mais ao léu. Nesse mundo, de aparências, de sombras, de descaminhos. Deus leve no colo nossas crianças! Tão precisadas de carinhos. Tão filhos de pais ausentes. Tão longe de bons exemplos. Deus proteja nossas crianças contra os desconhecidos da tela fria, que diante de seres, tão isolados, tão frágeis, tão sem respostas, os levam a se perderem pelo caminho. Deus alegre nossas crianças. Levai contigo a conhecer as estrelas. A brincar na luz da vida. A não depender de valores materiais para serem felizes. A aprender na potência do teu amor. Deus mude o rumo, que este mundo está seguindo. Modifique a vida de cada criança perdida. Faça delas esperança. Faça delas luz da vida!...
Aut: Glórinha Anchieta

Eu amava esta música, veja se você também vai gostar!


Emília era uma boneca de pano muito sapeca e sabichona!!!!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Vencerás



Esforce-se e vencerás minha linda, não há mérito na conquista sem esforços! Mas nunca se esqueça dos mandamentos de Nosso Senhor DEUS, que por intermédio de seu filho Jesus, nos livrou dos pecados ao morrer numa cruz....Minha lindinha, ande pelo caminho certo, ouça sempre seu coração e nunca faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem com você ou com quem você ama, a chave da vida está no perdão!

Tudo passará....




Lembre-se sempre sempre linda sobrinha, tudo sempre passará, até mesmo a dor, a tristeza, a solidão...perdõe sempre e seja feliz! Isso é o que levamos da vida , faça o bem hoje e sempre para que os frutos que irá colher sejam bons e que seu futuro seja próspero e lindo ! Te amamos muito!

Boa Noite


terça-feira, 27 de março de 2012

Hoje é dia de ser Feliz linda sobrinha!




FELICIDADE (INFANTIL)

FELICIDADE É TER IDADE
PARA PULAR AMARELINHA
BRINCAR DE FAZER CASINHAS
COMER BOLINHO FEITO DE BARRO
E NÃO PASSAR MAL...

É SER HERÓI
IMITAR UM ANIMAL
É FAZER CARETAS E DIZER: NÃO!
É SER BONZINHO
NÃO BRIGAR COM O IRMÃO...

FELICIDADE É SER CRIANÇA
É TER NO CORAÇÃO MUITA ESPERANÇA
É FAZER A MAIOR BAGUNÇA
E TER MEDO DO ESCURO
É GANHAR MILHÕES DE BEIJOS
E DAR MAIS DE UM MILHÃO
É SEMPRE TER RAZÃO...

FELICIDADE É:
TER MÃE COM AÇUCAR
TER MÃE QUE CHORA
MÃE QUE CUIDA
MÃE ANJO...

FELICIDADE É O COLINHO DO PAPAI
O BIGODE QUE COÇA NO NARIZ
A GRAVATA LISTRADA E ENGRAÇADA
FELICIDADE É VER QUE OS CABELOS
JÁ SÃO BRANQUINHOS COMO A LEVE NEVE...

CABELOS BRANQUINHOS DO VOVÔ NICO
DO VOVÔ FORMIGÃO, DO VOVÔ RUBENS
DE TODOS OS AVÔS...
QUE SEMPRE TERÃO HISTÓRIAS PARA CONTAR
FAZENDO DE CADA CRIANÇA A MAIS FELIZ DO MUNDO!

FELICIDADE É SABER QUE PARA AMAR
E SER AMADO NÃO IMPORTA A IDADE!

Jaqueline Larsen - Palavrinhas Mágicas - Direitos autorais reservados.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Simplesmente amor


26/06/2007

 Amor..... Não me esqueça........ 
 Me espere...... vamos ficar juntas novamente..... 
O mundo é injusto, frio e cruel.....
Quando menos esperamos, vem ele  e nos tenta tirar quem mais amamos, ou melhor, a única pessoa que amamos.....
Meu amor, eu nunca vou te deixar, não importa o que aconteça... sempre vou te amar!!!
Você verá em um futuro bem breve estaremos mais unidas do que já estamos.....
Te Amo e sempre vou te amar... nunca se esqueça....
Por mais que a realidade tente nos mostrar uma coisa.... podemos burlar ela, e mostrar para ela, que tudo isso não passa de uma ilusão... que você é minha e eu sempre serei tua!!!
Te Amo Bebê.......   
Escrito por Anjinha às 09h58

Amor sem fim

Ai, quem me dera terminasse a espera
Retornasse o canto simples e sem fim
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim
Ai, quem me dera ver morrer a fera
Ver nascer o anjo, ver brotar a flor.
Ai, quem me dera uma manhã feliz.
Ai, quem me dera uma estação de amor
Ah, se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai, quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afim
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai, quem me dera ouvir o nunca-mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E, finda a espera, ouvir na primavera
Alguém chamar por mim.

Imagem: (Diário Universal)
Autor:(Vinícius de Morais)

Olhos da Alma

Emergindo de um poço que me inquietava,
agora mais insana e menos normal,
eis me das alturas de um novo momento,
não quero mais sucumbir de desesperanças,
o sol que me acolhe hoje,
diz me que de amor viverei...

Que nossa loucura seja respeitada
e insanamente entendida,
nenhuma lucidez será castigada,
nem tão pouco escravizada,
sejamos loucos
porém docemente amados...

Pequenas coisas,
que fazem a imensa diferença...
Nos perdemos nos grandes fatos,
e pouco encontramos naquilo que não percebemos,
os detalhes,
a simplicidade,
o pouco visto,
aquilo que somente quem tem olhos na alma verá...
Autor: (Neguinha Mucelli)
Enviado: Neguinha Mucelli

quinta-feira, 22 de março de 2012

Filhota

A tia te ama muito e quer que você seja muito feliz, muito amada, muito realizada e principalmente que você tenha Deus em seu coraçãozinho, pois tenho fé de que tudo vai acabar bem e que vamos todos poder criar você com amor, carinho e atenção, que, nós, os adultos, possamos nos portar como tais e  respeitar todos os seus direitos! 

Reconstruindo a vida....


Salve o Planeta!


Para você e seus amiguinhos ensinarem aos adultos que se esqueceram da importância do planeta!



8 jeitos de Mudar o Mundo

“Precisamos, mais do que nunca, do engajamento dos voluntários para que o nosso desejo de um mundo melhor para todos se transforme em realidade.” 
Kofi Annan, Secretário-Geral da ONU.

“O mundo não anda mesmo muito bem. Todo mundo sabe, todo mundo fala. Mas o que é que as empresas podem fazer para mudar isso? Tem de começar de algum jeito. E já começou, com os 8 jeitos de Mudar o Mundo. Acredite. Juntos nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, a nossa cidade, o nosso país. Eu posso, você pode, sua empresa pode, nós podemos mudar o mundo.” 
Conteúdo de abertura da Cartilha empresa 8 jeitos de Mudar o Mundo - Editora Educar Paschoal.

A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil, em conjunto com os países-membros da ONU, assinou o pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta.
Os Objetivos do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade.

Os 8 jeitos de mudar o mundo são:
1) Acabar com a fome e a miséria
2) Educação básica de qualidade para todos
3) Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4) Reduzir a mortalidade infantil
5) Melhorar a saúde das gestantes
6) Combater a AIDS, a malária e outras doenças
7) Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8) Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento


Qual o jeito encontrado pela Consultec para se engajar na Campanha?
A Consultec Consultoria em Projetos Educacionais e Concursos, consultoria educacional, se incorpora ao Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, criando um selo alusivo à campanha, a ser aplicado em diversos documentos impressos e eletrônicos referentes aos projetos, consultorias, processos seletivos e concursos sob a sua responsabilidade, buscando não só divulgar o movimento, mas fundamentalmente
sensibilizar e mobilizar a sociedade para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos pela ONU.


Qual é o seu jeito?
É só procurar uma escola, um posto de saúde, uma ONG, que você vai saber qual é o seu jeito, em que área você pode ajudar. Acredite, o melhor é que você pode participar aí, no seu bairro, onde você vive. Juntos governos, empresas, organizações sociais e cidadãos como você nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, o nosso país. Eu posso, você pode, nós podemos mudar o mundo.
Participe, discuta, faça!


O que as Redes e as Organizações Sociais podem fazer?

1) Mobilizar toda a sua base e parceiros, para discutir como adaptar as Metas do Milênio à realidade brasileira;
2) Discutir com toda a sua base e parceiros o que cada um pode fazer concretamente,na sua área de atuação, para o atingimento dessas Metas;
3) Discutir com toda a sua base e parceiros que atividade ou ação cada um pode implementar durante a Semana Nacional pela Cidadania e Solidariedade;
4) Divulgar e expandir a Campanha de Comunicação.


COEP - Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida - Sugestão
de atividades (será feita a comparação e integração às sugestões por Metas)

ESCOLAS
Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Criação de folhetos sobre alimentação saudável; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Gincana da cidadania; Oficinas de reciclagem e aproveitamento de materiais; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Trabalho com as escolas do COEP.

IGREJAS 
Ação Comunitária Global; Campanhas de doação; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Debates sobre projetos de transformação social; Estímulo à criação de cooperativas populares; Gincana da cidadania; Realização de mutirões; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação de gestantes e oficinas sobre amamentação e
cuidado infantil; Pesagem de crianças.

SINDICATOS
Ação Comunitária Global; Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Capacitação profissional; Debate sobre projetos de transformação social; Divulgação da participação em campanhas de combate à fome e promoção da cidadania; Estímulo à criação de cooperativas populares; Realização de mutirões; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Vigilância nutricional.

UNIVERSIDADES
Campanhas de doação; Campanhas de redução ao desperdício; Campanhas publicitárias; Campanhas de arrecadação de material fora de uso; Capacitação profissional; Criação de folhetos sobre alimentação saudável; Criação de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis; Debate sobre projetos de transformação social; Divulgação da participação em campanhas de combate à fome e promoção da cidadania; Estímulo à criação de cooperativas populares; Gincana da cidadania; Realização de mutirões; Oficinas de reciclagem e aproveitamento de materiais; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação de gestantes e oficinas sobre amamentação e cuidado infantil; Promoção de palestras; Produção de panfletos; Programas para redução e melhor aproveitamento do lixo; Pesagem de crianças.


Artigos Relacionados
Quem é o gestor socialmente responsável?
Por Ricardo Young é presidente do conselho deliberativo do Instituto Ethos e presidente do UniEthos, Educação para Responsabilidade Empresarial e Desenvolvimento Sustentável.
Não existe empresa socialmente responsável sem que seus líderes o sejam. E ser um gestor socialmente responsável é bem diferente de ser um administrador tradicional. Esse novo perfil de gestor, no entanto, ainda é uma raridade no universo corporativo atual. Explico: os executivos tiveram, em sua maioria, uma formação em administração clássica, que leva em consideração conceitos pouco sistêmicos, muito cartesianos e que priorizam a otimização de lucros do acionista - o contrário do que se espera daqueles que devem liderar as empresas
socialmente responsáveis daqui para a frente. Mas, afinal, quais são as principais características do líder socialmente responsável?

Em primeiro lugar, o administrador deve ter em mente que seu objetivo é gerar valor em três dimensões: econômica, social e ambiental. Para isso, precisa ter consciência do todo. O gestor socialmente responsável olha a empresa de um ponto de vista holístico, isto é, sabe que ela faz parte de múltiplos processos interligados, complexos e multicausais. As organizações têm uma nova função social e os gestores devem conhecer o impacto agregado que toda a cadeia produtiva gera em todas essas esferas.
Administrar um negócio sob esse prisma é muito mais complexo. É preciso lidar com diversas variáveis que não têm a ver necessariamente com o seu segmento ou com o seu produto, e que, no entanto, afetam o mercado. Além disso, a incompreensão da complexidade faz com que se tenha uma percepção ilusória, uma visão especulativa do tempo. As pessoas acreditam que é possível realizar coisas em períodos muito menores do que a organicidade, a sociedade e os processos efetivamente permitem.
O gestor socialmente responsável também precisa entender de ativos e passivos ocultos, que dificilmente são contabilizados. Quanto vale uma relação de parceria com os fornecedores? E uma carteira de clientes fiéis? Por outro lado, quanto custa poluir o meio ambiente e ficar vulnerável a ações de responsabilidade civil? Ou quanto custa desrespeitar os direitos dos funcionários e ser alvo de ações trabalhistas? Considerar esses fatores é imprescindível para quem pensa na sustentabilidade e no longo prazo.

Links Relacionados
Objetivos do Milênio
Nós Podemos
PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
Instituto Ethos 
 


Boas maneiras II


Boas Maneiras para o meu amor


quarta-feira, 21 de março de 2012

Mentira



Mentira: Por que as pessoas mentem?

Fábio Augusto Caló
Publicado em: 26/04/2005
 
Palavras-chave: Mentira, mentira patológica, mentirosos
De acordo com o dicionário Howaiss, mentira significa “dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso); dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro, não corresponder a (aquilo que se espera); falhar, faltar, errar, causar ilusão a; dissimular a verdade; enganar, iludir, não revelar; esconder, ocultar. Tais definições, no entanto, pouco dizem sobre os porquês da mentira. Por isso, vamos apresentar uma definição relacional (que leve em consideração o seu contexto), a partir do conceito de comportamento verbal. Beckert (2004) propõe que mentiras, promessas não cumpridas e omissões podem ser compreendidas quando se investiga a relação entre o comportamento verbal – o que se diz – e o comportamento não-verbal – o que se faz.
É o comportamento verbal, habilidade altamente desenvolvida, que nos distingue de outras espécies animais, permite solução mais rápida para problemas comuns à espécie ou ao grupo e possibilita transmissão de práticas culturais. Por comportamento verbal, entendemos todo comportamento (ação) de uma pessoa que produz efeitos noutra pessoa antes de produzir efeitos no meio. Por exemplo, uma pessoa que sinta calor pode pedir a outra que ligue o aparelho de ar-condicionado, no lugar dela mesma ligar. Seu comportamento (verbal), ou seja, sua solicitação agiu sobre outra pessoa e esta pessoa modificou o meio em que ambas se encontravam.
As pessoas tendem a descrever o mundo e construir afirmações sobre o funcionamento das coisas, sobre os seus próprios comportamentos ou comportamentos de outras pessoas, além de acontecimentos de uma forma geral. Essas descrições e afirmações são produtos da interação com o mundo e passam a fazer parte do cotidiano quando aproximam pessoas, geram “assunto” e possibilitam a comunicação. Quando uma descrição ou afirmação é formulada e emitida, o outro pode se utilizar dela para nortear/ balizar seu comportamento. Por exemplo, quando digo a um amigo que o litoral cearense é maravilhoso, pela beleza e imensidão, estou afirmando algo a partir de uma experiência própria, seja ela através da exposição às praias do estado do Ceará ou através de imagens e informações obtidas a partir de uma revista. No primeiro caso, diz-se que a experiência é mais intensa, mais completa e geradora de emoções. O segundo caso, onde estamos expostos à afirmação (informação) formulada por alguém, pode trazer parcialidade, subjetividade e não teria a mesma capacidade de gerar afirmação precisa sobre o litoral cearense. De qualquer forma, as duas situações possibilitam a formulação de descrições ou regras, sejam elas precisas, imprecisas, coerentes ou incoerentes. O amigo pode tomar a decisão para onde ir durante as férias após essa nossa interação. Ao voltar da viagem, ele faz contato e demonstra ter ficado extremamente satisfeito com o litoral cearense. O fato de descrever um lugar e isso ter orientado a escolha de um colega e tê-lo feito feliz se mostra gratificante.
Observa-se, então, que descrições ou regras formuladas por uma pessoa afetam o comportamento do outro. O exemplo citado trata de descrição coerente com fatos. Mas, e se um marido infiel disser algo como: "Eu juro que não te traí. Você é a única mulher da minha vida!" Essa descrição não se mostra coerente com os fatos. Por quê? É quase irresistível dar respostas como “porque ele é um mentiroso” ou “porque ele é um canalha”. Mas dizer que alguém é mentiroso ou canalha não diz muito sobre os motivos da mentira. Não conheço uma só pessoa que tenha nascido mentirosa, então, seria interessante entender porque algumas pessoas mentem em alta freqüência (os mentirosos) e porque outras mentem pouco ou não mentem. O exemplo em questão trata de alguém que teria condições de descrever a traição, ou seja, os fatos tais como ocorreram, pois ele vivenciou a experiência e, muito provavelmente, recorda-se dela. Mas, por que o relato “verdadeiro” não ocorreu?
Por que as pessoas mentem?
Há uma área de pesquisa em psicologia que se chama “correspondência entre o fazer e o dizer”, que investiga as variáveis relacionadas ao que se pode chamar de “dizer a verdade” ou “contar mentira”. Estudos (Paniagua, 1989; Lima, 2004) têm investigado situações geradoras da apresentação de relato coerente (verdade) ou relato incoerente (mentira). Os parágrafos a seguir estão baseados numa interpretação dos achados desses autores.
Pode-se dizer que há uma dicotomia, que seria falar a verdade, ou seja, descrever de forma coerente fatos acontecimentos comportamentos ou contar mentira, que seria apresentar uma afirmação pouco adequada ou incompatível com o que, de fato, ocorreu. Tanto falar a verdade quanto contar uma mentira, são comportamentos verbais aprendidos e mantidos pelas conseqüências que produzem, em primeiro lugar, para aquele que fala. Assim, se alguém é beneficiado por contar uma mentira, tal comportamento pode ser aprendido. Se mentir mais vezes trouxer “vantagens”, ele será mantido em alta freqüência. É importante, ainda, considerar que o comportamento de mentir pode afastar ou adiar conseqüências desagradáveis, como no exemplo do marido infiel que insiste em dizer à sua mulher que não cometeu traição. Assim sendo, mentir também seria aprendido e mantido.
As crianças mentem com freqüência para seus pais quando estes costumam repreendê-las pelo que fazem, quando punem deliberadamente seus relatos sobre o que consideram ser errado ou quando limitam muito as possibilidades sobre o que as crianças podem fazer. Então, elas mentiriam para ter a oportunidade de brincar com um coleguinha que não é benquisto pela sua família, mentiriam sobre ter realizado a tarefa de casa para assistir ao seu desenho favorito.
É necessário diferenciar o comportamento de mentir enquanto relato em desacordo com acontecimentos/ fatos do relato impreciso sobre algo pela falta de habilidade em descrever. Na mentira, uma pessoa tem consciência de que (sabe que) sua descrição não é coerente com o que fez. Por outro lado, uma secretária pode relatar (incoerentemente) ao chefe que entrou na primeira sala à direita do corredor da empresa e não atendeu à solicitação dele porque a sala estava fechada. Ela apresenta este relato (que não é verdadeiro) por não ter aprendido a diferença entre esquerda e direita.
Você quer que as pessoas digam a verdade?
Os psicoterapeutas procuram ter, na relação com seus clientes, uma audiência não-punitiva. Isso significa ouvir e não julgar, ouvir e não criticar, ouvir e não punir. Tal contexto é que torna possível o relato do cliente sobre coisas que não seriam ditas nem para os bons amigos.
Como foi afirmado anteriormente, pode-se mentir para ter acesso a alguma vantagem ou evitar “mal maior”. Assim sendo, as pessoas têm maior probabilidade de dizer a verdade diante de contextos em que o que elas dizem não é julgado, não é criticado, nem punido. Se um pai pune o filho quando ele relata que assistiu TV quando deveria estudar, é importante observar que ele puniu o comportamento do filho ter feito o que não devia, mas, puniu principalmente o comportamento de dizer a verdade. Pense, após ter sido punido por dizer a verdade, você a diria novamente?
É claro que nem sempre se pode aceitar a verdade sem que algum tipo de sanção seja administrada. Mas, se todo relato de alguém sobre o que fez ou como agiu diante de uma situação passa a ser criticado, julgado ou o relato passa a ser motivo para uma discussão, é provável que esse relato não ocorra mais ou que passe a ser um relato que apresente algodiferente do que ocorreu. Isso vale para qualquer relação interpessoal. Um amigo continuará dizendo a verdade sobre o que pensa sobre você se ele sentir-se ouvido. Por isso, dar espaço para as pessoas dizerem o que pensam, relatarem o que fizeram é um bom caminho seja para um pai ou uma esposa continuar ouvindo a verdade.
Outra forma de aumentar a probabilidade do dizer a verdade em crianças ou adultos é valorizar, enaltecer e gratificar os momentos em que a verdade é dita. No caso das crianças, pode-se ensiná-las a dizer a verdade, expondo-as a algumas situações em que sejam acompanhadas e solicitando que elas relatem o que experienciaram. Elogiar, enaltecer e gratificar relatos mais próximos da experiência estabelece condição para a aprendizagem do “dizer a verdade”.

Referências:
Beckert, M. E. (2004). Correspondência verbal/não-verbal: Pesquisa básica e aplicações na clínica. Em J. Abreu-Rodrigues e M. R. Ribeiro (Orgs.), Análise do comportamento: pesquisa, teoria e aplicação (pp.229-244). Porto Alegre: Artmed.
Lima, E. L. T. A. (2004). Efeitos da história de reforçamento e do tipo de verbalização sobre a aquisição e generalização da correspondência dizer-fazer.Dissertação de Mestrado não publicada, Universidade de Brasília, Brasília, DF.
Paniagua (1989). Lying by children: Why one children say one thing, do another? Psychological Reports, 64, 971-984.
InPA - Instituto de Psicologia Aplicada
E.mail para contato: clinica@inpaonline.com.br
Fone: (61) 3242-1153
Brasília - DF
  

Tristeza

Fico triste com algumas coisas que seu pai vem fazendo e falando, mas espero que algum dia ele mude e comece a enxergar a vida e as pessoas como elas realmente são! Ele é meu irmão e eu o amo muito, espero que ele seja feliz!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Anjo


Tenha um lindo dia minha sobrinha!


Falar com sua família

Que bom que você pode falar com seu pai, sua irmã e sua avó! Fiquei muito feliz e agradecida a Deus por ter tocado sua mãe, que ela consiga ter paz, tranquilidade, prosperidade através do trabalho digno e cuidar muito da sua integridade física, mental, emocional: que ela consiga se ajudar e cuidar de você como mereces, com amor, carinho, atenção, cuidado e muita valorização ! Te amamos!

domingo, 18 de março de 2012

Para atrair coisas boas!


Hoje dei um novo amiguinho às suas irmãs, para aliviar um pouco a tensão dos últimos tempos, você vai amá-lo quando o vir, pois sei que você também gosta de animais! Seu pai está um pouco triste, mas tenho fé de que ele vai superar todas as provações e expiações e conquistar a paz que ele tanto deseja! Te amo !

quinta-feira, 15 de março de 2012

Seria tão bom se sua mãe e sua tia fossem tocadas pelo Espírito Santo e conseguissem ver a verdade e a Luz e alcançassem o que há de melhor no mundo: O AMOR ETERNO, aquele que vem de DEUS e é para DEUS !
Meu amorzinho a tia te ama !

Ame Teus inimigos


AME O SEU INIMIGO E VIVA NA LUZ DE CRISTO

1 João 2
1 ¶ Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.
2 E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.
3 ¶ E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos.
4 Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.
5 Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele.
6 Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.
7 ¶ Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes.
8 Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina.
9 Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
10 Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
11 Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
12 ¶ Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados.

O amor é uma das chaves mais importante para termos um vida com Deus , não devemos guardar sentimentos de raiva,ódio,rancor pelas pessoas, no dia a dia magoamos e somos magoados, somos imperfeitos mas temos que buscar a perfeição e viver em amor ,fomos criados com sentimentos emoções mas podemos escolher ter equilibrio nos mesmo e não dar luz as palavras que santanás colocar em nossa mente em relação a nosso irmão e se permitirmos o próprio Deus virá nos ensinar a amar e perdoar .

A palavra diz : aquele que diz que conhece a Deus mas não obedece é mentiroso e Deus abomina a mentira pois a palavra também diz: que o Pai da mentira é o diabo, ou você serve a um ou você ser a outro, não existe meio termo. Se voce quer viver em Deus e na Luz ame seu irmão , pois se o odeia por pequenas coisas do dia a dia e não perdoa as falhas você está nas trevas .

Quero incentivá-lo a pedir ao Senhor para trazer aqueles que te magoaram e aqueles que você magoou e perdoa-los nesta hora , faça uma oração que brotar em seu coração e se tiver a oportunidade demonstre amor hoje por essa ou essas pessoas . Escolha amar o seu irmão e andar na Luz ESCOLHA SER DE CRISTO .

terça-feira, 13 de março de 2012

Bom dia docinho!
Não sei se um dia vai ler isso, mas gostaria muito que lesse e soubesse que eu eu, sua avó Neuzy, suas irmãs Letícia e Mariana, seu Pai ,seus primos e seu tio Davince nos preocupamos muito com você e que queremos tê-la em breve em nosso meio, aprendendo a viver com dignidade, sem desistir dos seus sonhos, pequenos ou grandes e sabendo que sua família vai estar sempre com você!
Beijos da tia !

segunda-feira, 12 de março de 2012

Hoje e sempre

Seu pai foi fazer os exames hoje ! Estamos orando por ele, para que tudo saia bem. E você minha linda menininha como está? Cresça independente de todos à sua volta, construa seu caráter baseado naquilo que Deus nos ensinou: " AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI E AO TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO " Os ensinamentos de Deus estão todos na Bíblia meu amor, que você possa seguir sua vida com ternura, amor, afeto, compaixão, perdão, sem amargura e que possa passar por cima de todas as decepções que a vida lhe impuser, pois o ser humano é falho demais! Te amo lindinha, fica com Jesus!  

domingo, 11 de março de 2012


Ausência dos pais pode comprometer saúde emocional dos filhos

Dificuldade de expressar sentimentos é um dos problemas enfrentados pelos pimpolhos

POR NATALIA DO VALE - PUBLICADO EM 05/10/2009
Não basta ser pai, tem que participar. O termo é bastante conhecido, e as dificuldades para fazê-lo se tornar realidade também. A rotina diária ou a forma como a estrutura familiar está organizada exige que os pais encarem como desafio o que deveria ser uma obrigação: tornar-se presente na vida dos filhos. A ausência se transforma em culpa, para os pais que não conseguem dar atenção à prole, e em traumas para os filhos, que se sentem sozinhos e até rejeitados pelos pais.

A psicóloga Patrícia Spada, que faz parte de uma das equipes da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, além de ser coordenadora do curso que ministra na UNIFESP - "A Psicologia nos Distúrbios Alimentares...", da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, explica que a ausência dos pais pode interferir de maneira diferente no desenvolvimento da criança e do adolescente. Para ela, a ausência traz danos em quaisquer circunstâncias, mas a idade e o motivo da ausência são elementos chave nesta questão, "Criança ou adulto, filhos precisam das referências dos pais, sem elas tendem a enxergar os relacionamentos humanos com certo despreparo e como algo negativo", explica ela. 
bebê

De 0 a 3 anos de idade

Nesta fase, a formação da personalidade da criança ainda não está definida e a referência dos pais é fundamental para que isso aconteça sem prejuízos emocionais e psicológicos. "Se os pais faltam nesta fase, a criança se sente desprotegida e não tem parâmetros para diferenciar o que é certo do que é errado. Doenças cognitivas, obesidade, desnutrição e problemas afetivos são alguns dos traumas carregados pela ausência dos pais", conta Patrícia. "A presença dos pais é primordial neste período, pois, os traumas sofridos nela se estendem pela vida adulta e vão desde dificuldades de aprendizagem até a falta de apetite ou a comilança excessiva", continua ela. 
Adolescência



Na adolescência

Já na adolescência, os efeitos são mais de ordem comportamental e podem se refletir tanto na vida amorosa e familiar como no convívio em sociedade. "O adolescente tende a buscar referências fora de casa, quando não as encontra nos pais. Portanto, a chance de manifestar um comportamento agressivo e buscar as referências ausentes em estranhos são grandes", explica Patrícia. 

Excesso de trabalho

Nestes casos, os filhos se sentem trocados e traídos pelos pais, é como se não fossem importantes. A psicóloga explica que sinais como tiques nervosos, tristeza e apatia ou agressividade são bastante comuns quando o motivo da ausência é esse, e que os pais devem prestar atenção no comportamento dos filhos para não achar que esses sintomas são frescura ou decorrentes de outros motivos. 

Desestrutura familiar

A psicóloga explica que, quando a ausência se dá pela separação dos pais, é possível evitar traumas estabelecendo regras e mantendo uma rotina parecida com a que os filhos levavam antes do divórcio, porém, segundo Patrícia, quando a ausência se dá pelo fato do filho não conhecer o pai ou a mãe, os traumas são bem maiores. "Não sabemos oferecer aos outros aquilo que não recebemos. Quando não conhecemos nossas origens, não desenvolvemos o sentimento de pertencimento que faz com que nos sintamos filhos de alguém, não temos laços afetivos importantes com as outras pessoas", explica Patrícia. 
Ausência

Falecimento dos pais

A ausência neste caso pode ser a mais dolorosa. Pai e mãe são sempre insubstituíveis na vida dos filhos, e tentar suprir o carinho que vai faltar é uma situação delicada. Patrícia explica que a melhor maneira de os familiares lidar com isso é dar amor sem tentar uma substituição de valores. "Avós são avós e pais são pais, não dá para querer mudar essa realidade, o que se pode e deve fazer é tentar reforçar ainda mais os laços naturais que unem esta família", explica ela. 




Dicas para amenizar os traumas causados pela ausência dos pais


-Melhore a qualidade do tempo que passa com seus filhos. Se tiver duas horas por dia para ficar com eles, dedique-se apenas a isso neste período

-Tente se fazer presente emocionalmente, quando a presença física é impossível: Telefonar, deixar bilhetes e fazer surpresas pode ser uma boa saída

-Justifique a ausência com uma conversa franca, quando os filhos são mais velhos

-Quando pequenos, não delegue funções de pai e mãe a estranhos; tente mostrar que você faz parte da vida da criança, mesmo sem tanto tempo para isso.